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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Ejaculação Feminina


A ejaculação feminina já foi citada por sexólogos e médicos de diferentes épocas. É a ocorrência na qual a mulher expele grande quantidade de líquido durante o orgasmo.

Para Talita Castelão, bióloga e mestre em sexualidade humana, "a ejaculação feminina é um fenômeno provocado pelas glândulas de Skene. Ela ocorre, geralmente, associada ao alto nível de excitação. O líquido tem composição bioquímica peculiar e difere da urina e lubrificação vaginal típica."

Alguns ginecologistas defendem que a ejaculação também pode acontecer pela intensa estimulação do ponto G e em mulheres que têm orgasmos múltiplos.

Contudo, o termo "ejaculação feminina" é combatido por boa parte dos profissionais de saúde, isso porque o líquido expelido tem a mesma característica daquele liberado durante a lubrificação, só que sai em forma de jato devido às contrações vaginais.

Diego Viviani, psicoterapeuta sexual e pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex), relata que o fenômeno não é prejudicial à mulher e nem ao parceiro. Por isso, ela não deve sentir vergonha ou reprimir a manifestação, que é natural e, muitas vezes, mexe com o imaginário masculino. Obviamente que possibilidades de infecções e transmissões DSTs devem ser observadas, como em qualquer relação sexual.

Então não é mito?
Seja qual for o nome dado, a "ejaculação feminina" pode sim ocorrer. Contudo, em 17 anos de atendimento clínico, jamais recebi um relato ou qualquer menção a respeito do fato.

E o que chama ainda mais a minha atenção é que, segundo estimativas, 10% da população feminina tem ejaculação, enquanto 6% apresentam vaginismo - queixa essa muito frequente em consultórios.

Esses dados me levam a considerar três hipóteses: 1) essas mulheres estão bem adaptadas em relação à resposta fisiológica que em nada atrapalha suas vidas; 2) O fato ocorre de forma imperceptível por essas mulheres e seus parceiros; 3) O número de mulheres em nossa população é muitíssimo inferior ao que se estima.

Com ou sem ejaculação, o importante é curtir o prazer na relação a dois.

Fonte; IG


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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Facebok responsáve por divorcios nos EUA

Todo mundo já viu que nas redes sociais, as pessoas esquecem seus pudores e vergonha na cara e postam de tudo abertamente, sem perder o senso do ridículo e é óbvio que algumas dessas confissões vão ter conseqüências gravíssimas. O site inglês, Divorce-online resolveu fazer uma pesquisa para verificar o quanto essas ferramentas criadas para unir pessoas, acabam afastando casais e, analisando 5000 de divórcios ocorridos em 2009 nos Estados Unidos, praticamente 20% ou 989 deles foram justificados por papos eróticos com "amigos" ou "amigas" do facebook. O Twitter, o Bebo e o MySpace também figuraram na lista mas em menor quantidade.

Alguns advogados americanos consultados pelo jornal britânico The Sun , afirmaram que fazem busca em redes sociais para encontrar evidências de infidelidade ou atitudes comprometedoras dos parceiros e parceiras de seus clientes para assim, fortalecer as argumentações de seus casos. É bom lembrar que no Brasil, headhunters e profissionais de RH também costumam fuçar esses sites em busca de informações sobre a personalidade de candidatos e que tipo de grupo ele se filia quando está online, portanto seja discreto e não escreva coisas que podem ser usadas contra você mais tarde.

Fonte: Terra

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Sexo oral é um dilema

É curioso que se chame de sexo oral justamente a prática sexual em que
menos se pode falar!!", espantou-se o sempre sábio humorista Woody
Allen. A frase vale por um compilado sobre o assunto, não só pela
incrível observação anatômica, mas também pelo tabu que ronda a coisa
toda.

De acordo com o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, megalevantamento
coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, 66,8% dos homens e 63,4% das
mulheres de nossa animada nação verde-amarela declaram que, sim,
exercem essa generosa forma de interação sexual. Mas qualquer sexólogo
é capaz de cravar: ainda há muuuitas reservas sobre o tema,
principalmente quando é a mulher quem recebe os carinhos íntimos. "Nas
gerações mais novas, o sexo oral tem cada vez menos caráter de coisa
pervertida. Mesmo assim, ainda não estamos totalmente livres desse
tabu", afirma Carmita Abdo.

A estudante de rádio e TV Gabrielle Santos de Almeida, 19 anos, por
exemplo, é uma espécie de E.T. entre suas amigas. Pratica e fala de
sexo oral alegremente, sem culpa & sem pudores. "Sou considerada a
sexóloga da turma porque incentivo minhas amigas a saberem mais sobre
o corpo delas para terem mais prazer", diz. As amigas de Gabrielle
costumam comentar que, com seus namorados, nem sempre a coisa rola de
forma natural. "Às vezes elas se sentem constrangidas em deixar que
eles façam sexo oral nelas ou em tomar a iniciativa para fazer nos
parceiros", diz a estudante.

Constrangimento?!? Como assim? Segundo Mara Pusch, psicoterapeuta
sexual da Unifesp, muitas mulheres ainda consideram o próprio órgão
sexual como algo sujo, feio, meio estranho – um tipo de território
proibido. E por isso têm vergonha de deixar que o homem invada essa
espécie de ilha de Lost dos prazeres do corpo.

Essa percepção equivocada da vagina pode gerar uma série de
preocupações. Entre elas: a de que, na hora do sexo, o parceiro possa
não gostar do formato da vulva, se incomode com o cheiro ou até que
considere vulgar uma moçoila disposta a se entregar sem culpa a essa
ótima forma de prazer. Há quem encane também com o quesito velocidade.
Em geral, as mulheres demoram a se excitar. Por isso, algumas têm
pudor de que o parceiro precise dedicar um bom tempo ao sexo oral.

Fonte: Gloss

terça-feira, 27 de abril de 2010

Felicidade garante coração saudável


Felizes e entusiastas tem menos risco de sofrer do coração do que aqueles que são tristonhos e estressados. A descoberta - quase óbvia - é dos pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

Num estudo que analisou a relação entre felicidade e doenças do coração, eles concluíram que se as pessoas fizessem mais aquilo que as deixa feliz, reduziriam significativamente o risco de sofrer infarto ou angina.

"Estamos muito felizes com a descoberta", afirmou Karina Davidson, diretora do Centro de Comportamento e Saúde Cardiovascular de Columbia. Segundo ela, vários fatores combinados produzem esse efeito. "Pessoas felizes tendem a dormir melhor e a apresentar comportamentos mais saudáveis. Além disso, tem menos estresse em suas vidas", disse.

A pesquisa, publicada no European Heart Journal em fevereiro, acompanhou 1739 pessoas, durante 10 anos.

De acordo com o cardiologista Otávio Gebara, diretor clínico do Hospital Santa Paula, de São Paulo, o estresse envolvido em situações de contrariedade pode mesmo levar ao estreitamento das artérias. Além disso, ele ativa as plaquetas que são responsáveis pela coagulação do sangue. A soma dos dois efeitos leva a uma condição propícia para o entupimento de uma artéria, o que causa o infarto e o acidente vascular cerebral. "A felicidade, associada a bons hábitos, libera hormônios que são protetores para o sistema cardiovascular", garante.

O especialista diz que pessoas de bem com a vida costumam cuidar mais da saúde e gerenciar os problemas sem sobrecarregar o organismo. Já os estressados têm mais chance de desenvolver a síndrome metabólica, que é uma reunião de disfunções - como pressão alta, excesso de gordura abdominal, níveis anormais de colesterol e elevada taxa de açúcar no sangue - fatores que aumentam o risco de diabetes, cardiopatias e infarto.

Otávio ensina ainda que o estresse ativa o sistema nervoso simpático e ele libera adrenalina e noradrenalina, que aceleram o coração e aumentam as chances de arritmias e espasmos nas artérias do coração. "O estresse libera também o hormônio cortisol que, além de alterar o bom funcionamento dos vasos, altera o metabolismo de gorduras e açúcares".

O médico lembra que a depressão - mal que acomete duas vezes mais mulheres do que homens - também leva a alterações no sono e à irritabilidade. "Juntas, elas acendem o estopim do sistema nervoso simpático, aumentando a pressão e acelerando os batimentos cardíacos". Além disso, a depressão se associa aos maus hábitos como o sedentarismo, alimentação em excesso e o tabagismo. "Ela ativa o sistema inflamatório que acelera o processo de aterosclerose (depósito de gordura nas artérias)".

Para se ajudar, não basta apenas querer ficar feliz. É preciso juntar uma série de fatores. "O que se sabe é que algumas atividades, como a meditação e o relaxamento, liberam na circulação substâncias protetoras e diminuem os hormônios ligados ao stress, como o cortisol e a adrenalina", diz o médico. Fora isso, Otávio lista outras atitudes que podem trazer mais alegria aos dias - e deixar longe os pesadelos do coração.

Reconheça suas limitações: Procure não se preocupar excessivamente com aquilo que não está em suas mãos.

Compartilhe suas preocupações: Converse com alguém capaz de lhe ouvir e dar palpites, ajuda bastante.

Pratique atividade física: Os exercícios fazem o cérebro liberar substâncias que auxiliam no relaxamento.

Sorria mais: A prática induz o cérebro a produzir neurotransmissores ligados ao bem-estar.

Procure meditar: Fique só, em silêncio, na penumbra, pensando apenas em coisas boas. Os pensamentos influenciam a química cerebral.

Descanse: Insônia e tensão só geram mais e mais estresse.

Divirta-se: O lazer é uma medida preventiva inigualável quando se fala em saúde cardiovascular.

Seja mais sociável: Interagir com amigos, familiares ou colegas de trabalho ajuda a espantar a tristeza e a depressão, que são notórias inimigas do coração.

Organize as atividades: Fazer tudo ao mesmo tempo provoca um nervosismo tremendo. Faça uma coisa de cada vez, dando prioridade às tarefas que são de fato mais urgentes.

Respire corretamente: Sente-se confortavelmente. Feche os olhos e inspire, contando até seis. Prenda o ar por mais seis segundos e expire, bem devagar.

Durma bem: Para um bom sono, feche os olhos e os movimente para cima. Faça uma contagem regressiva de 30 a zero. Repita o procedimento quantas vezes precisar.

Fonte: Vila Equilibrio

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